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Diretório de Advogados
Profissional de Comercialização e Consultoria de Serviços Bancários
Coronel Moretzsohn
Florianópolis (SC)
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Comentários
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Coronel Moretzsohn
Comentário ·
há 7 anos
A lamentável cultura do advogado 0800
Estevan Facure
·
há 7 anos
Caros. Não sou Operador do Direito, conforme já me apresentei neste seleto espaço em outras oportunidades. Fiz carreira militar e sou Operador de Inteligência, formado pela ABIN.
Brilhante artigo, de redação impecável. Parabéns.
Comigo ocorrem semelhantes situações. Sou consultor de Compliance, Contrainteligência e Segurança no corporativo e, sempre que encontro um conhecido na fila do supermercado (resido em Florianópolis, capital pouco populosa onde as pessoas ainda se encontram), lá vem a consulta informal: "Moretzsohn, olha, estava mesmo precisando falar contigo! Lá no meu condomínio teve uma situação assim & assado, e gostaria de saber o que você recomenda"? É batata! Se der a receita toda, o dinheiro não vem; se não der explicação alguma, dá recibo de mascarado, antipático etc. Impressionante como as pessoas acham que seu tempo e saber também pertencem a elas.
Obrigado pelo espaço.
Abs a todos. Fiquem com Deus.
Moretzsohn
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Coronel Moretzsohn
Comentário ·
há 7 anos
O PAD bobinho que virou demissão: entenda os riscos de um Processo Administrativo Disciplinar para servidores públicos
Sérgio Merola
·
há 7 anos
Caros. Não sou advogado. Gosto de ler os artigos, pois, aprendo com eles e com as opiniões construtivas. Espero que a minha seja uma delas.
Minha esposa foi professora de Biologia da rede estadual de SC (ensino médio), por 28 anos. Pouco antes de se aposentar (situação atual), teve diagnosticada "Síndrome de Burnout" (esgotamento profissional) e se afastou, temporariamente. Como parte de sua recuperação, passou a fazer meio horário na empresa do irmão de terras para jardinagem, local agradável, em ambiente rural, sendo a responsável pelas questões de compostagem dos insumos (por ser bióloga). O trabalho era de voluntariado (sem remuneração) e "no tempo dela". Estava tudo correndo bem, até que, 3 meses depois...Pimba! Sofreu denúncia anônima efetuada no site do MP de SC que estaria "trabalhando em atividade privada durante licença remunerada de saúde". Quando foi intimada, imediatamente fomos a um escritório de advocacia que nos foi recomendado. Nos cobraram 12 mil reais para não fazerem nada: não se interessaram sequer em conversar com o psiquiatra que atendeu minha mulher e que diagnosticou a síndrome - e que se prontificou a isso (depor). Resumindo: no dia da audiência, a advogada que "acompanhava" o processo desde o início não apareceu e, em seu lugar, foi um colega dela de última hora que não conhecia o caso e ficou fazendo perguntas na sala de espera. Minha esposa ficou aos prantos. Na audiência, o advogado foi indiferente. O sindicante, gentil como poucos, percebeu que algo não estava bem, pediu água, a acalmou e prosseguiu com serenidade. Ao final, tudo se acertou: a denúncia foi considerada vazia - e era mesmo - e, o PAD, arquivado.
Dias depois, fomos ao escritório. Mil desculpas, mil explicações, mil pedidos de perdão.
Vejam como um PAD pode ser complicado se o profissional do Direito não tiver respeito pelo cliente. Deixando claro, também recomendo a consulta a um advogado nesses casos.
Obrigado por me permitirem escrever este depoimento. Fiquem com Deus.
Abs a todos.
Moretzsohn
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Coronel Moretzsohn
Comentário ·
há 7 anos
Golpe de 64: Bolsonaro orienta "comemorações devidas" à época e ações tentam barrá-las
Renato Lopes Novais
·
há 7 anos
Caros.
Não sou Operador do Direito. Sou militar. na reserva. Coronel do Exército. Meu falecido pai foi do extinto SNI (era servidor civil). Estou às portas dos 60 anos, depois de 30 nas fileiras. Chefiei unidades sigilosas de operações de inteligência no Paraná e na Amazônia, onde atuei forte contra crimes transfronteiriços.
Hoje, sou consultor privado de Contrainteligência e Compliance - estou apenas me apresentando, somente isso, e não "me achando".
Não participei de nada relacionado àquela época, pois, após concluir a graduação em Agulhas Negras em Resende, em 1984, recebi minha primeira promoção (segundo tenente) por ato do ex-presidente Sarney, já no governo civil.
Minha modesta opinião neste excelente espaço é que talvez fosse melhor manter essas coisas intramuros. Para mim, o atual governo - democraticamente eleito, frise-se - está, desde o início, gerando mais calor do que luz. É um factoide atrás do outro, parece até que por disfarce de intenção, tantas são as trapalhadas. Deixemos as comemorações para os que tenham algo a comemorar, respeitando as diferenças, sem alarde e anúncio, e vamos em frente.
Agora, dizer que o espaço público não pode ser utilizado para isso (o pátio de um quartel por exemplo) é interpretar as normas de acordo com as conveniências. Claro que pode. Se fosse para ter homenageado as mulheres, no dia 8 de março, fazendo uma citação à falecida Marielle não poderia? Claro que poderia. Então, pelas mesmas razões, pode, sim, realizar uma rápida cerimônia alusiva à data de 31 de março, até para que os novos entrantes (recrutas) saibam que ela ocorreu, já que essa geração de 18 não lê um livro. Sabendo porém, que o tema faz doer cicatrizes ainda não totalmente curadas; por isso mesmo, discrição e sobriedade em atos assim.
Acompanho com interesse histórias da Segunda Guerra. Numa passagem, um Batalhão das Waffen SS (o temido Leibstandarte SS Adolf Hitler) salvou da morte por frio e inanição uma divisão de infantaria da Wermacht, cercada na Frente Russa, após a Batalha de Stalingrado. Até hoje, na Alemanha, os poucos sobreviventes se encontram para saudar os companheiros que tombaram e reverenciar os que lhes permitiram voltar para casa por terem salvado suas vidas. E olha que as Waffem SS foram acusadas de enormes atrocidades contra civis, judeus, ciganos, minorias e até prisioneiros de guerra. Mesmo assim, salvadores e salvados celebram, entre pares, aquele momento. Nem todos gostam, mas, respeitam. Democracia é isso.
Obrigado pela atenção. Fiquem com Deus.
Moretzsohn
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